
precisamos estar mais atentos.


Tem coisas na vida que não se compreende, porém assim nos fazem muito mais sentindo e nos dão muito mais prazer. Quando não são completamente compreendidas, estamos vivendo o ápice de seu divertimento. Quando passamos a compreende-las elas estão se findando, fundindo-se, metamorfosiando-se. Já é algo novo que certamente indagaremos.
O sentido da vida é a indagação, o incomodo é o pulso do novo movimento, sem ele tudo se mantém e nada se renova ou inova, o impresindível comentário gerador desta nota é que estou em completa reforma e isso é muito mais que positivo.
Deixei a realidade se tornar sonho, desde que me vi sem o Eu
busco nas pessoas o que eu não tenho, as pessoas buscam em mim o que elas tem.
Cadê meu jeito de viver a vida?
Cadê a vida que vivia em mim?
Vou atrás de uma saída, saída que me permita olhar com meus olhos os olhos teus.
Olhos de quem busca a sua essência,
Olhos de quem precisa de um destino,
Olhos Sapiência,
Olhos de caminho,
Olhos sem mentira,
Olhos realmente meus,
Olhos.
A Rede na Golden Gate esquiva o passo mas não evita a esperança de morrer mais a frente.
Esquiva que saibam que não é evitado,
compassa o descompassado.
Dançando no espaço entre o tudo e o nada a rede na Golden Gate separa o aguçar do realizado.
Hei de viver a Golden Gate em outro espaço.
Desesperado modo de parar o trêm que passa, mas não era trêm era um homem, sua carcaça.
A rede na Golden Gate descarrilha o Sonho-Surto do psicótico.
A rede na Golden Gate é o Pronto-Socorro do remédio para o ócio.